
O JARDIM DOS CIPRESTES
De verde fogo, de verde ramo
como quem canta e ri,
às vezes ao calor das horas,
que na flor do lírio roxo
nem sempre vive.
Na praça da torre de granito e branca
a paz de pomba levita,
como verbo viagenzita.
No meu ouvido
gorjeia ainda voz delida
e no jardim defronte
canta a vida,
embora delicada e frágil,
como sempre fora,
como terno o amor
e sofrido embora.
Joaquim de Barros Ferreira . Prémio Nacional de Poesia . Fernão de Magalhães Gonçalves, em 2009
Jardins Suspensos - capa de Espiga Pinto
De verde fogo, de verde ramo
como quem canta e ri,
às vezes ao calor das horas,
que na flor do lírio roxo
nem sempre vive.
Na praça da torre de granito e branca
a paz de pomba levita,
como verbo viagenzita.
No meu ouvido
gorjeia ainda voz delida
e no jardim defronte
canta a vida,
embora delicada e frágil,
como sempre fora,
como terno o amor
e sofrido embora.
Joaquim de Barros Ferreira . Prémio Nacional de Poesia . Fernão de Magalhães Gonçalves, em 2009
Jardins Suspensos - capa de Espiga Pinto
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