domingo, 10 de julho de 2016

quinta-feira, 7 de julho de 2016

O DOURO








O "meu" Douro maravilhoso. . .





domingo, 3 de julho de 2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

ANTÓNIO FORTUNA




SILÊNCIO


O silêncio do Doiro
fala sibilino
desfazendo as
palavras
em letras
tornando
fecunda
a sua Alma.


ANTÓNIO FORTUNA
SONATA AO DOURO
Prémio Nacional de Poesia - FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Capa de ESPIGA Pinto





JOÃO DE DEUS RODRIGUES







HISTÓRIAS MARAVILHOSAS
DA
TERRA QUENTE

JOÃO DE DEUS RODRIGUES

Capa de ESPIGA Pinto













quinta-feira, 23 de junho de 2016

SÃO JOÃO





SÃO JOÃO
é uma fonte infinita de inspiração
para a Humanidade.
Devemos conhecer os mitos e crenças populares,
passando pelos rituais,
a sua essência espiritual e significado esotérico.

"No começo a Palavra já existia:
a Palavra estava voltada para Deus
e a Palavra era Deus.
No começo Ela estava voltada
para Deus.
Tudo foi feito por meio d'Ela,
e, de tudo o que existe,
nada foi feito sem Ela.
N'Ela estava a Vida,
e a Vida era a luz dos homens.
Essa luz brilha nas trevas,
e as trevas não conseguiram apagá-la."


                                                      BIBLIA Sagrada
Evangelho Segundo SÃO JOÃO





terça-feira, 21 de junho de 2016

Número de OURO




A Proporção ÁUREA, número de OURO
ou DIVINA PROPORÇÃO
é a linguagem matemática da beleza.
É a insuperável harmonia encontrada na Arte,
na Natureza, nos Animais,
 nas estrelas pentagonais,
nas espirais,
no Universo.



segunda-feira, 20 de junho de 2016

VOLTAIRE







Um minuto de felicidade
vale mais
que mil anos de glória

Voltaire


quarta-feira, 15 de junho de 2016

segunda-feira, 13 de junho de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES




chegaste enfim ao cais deste poema e a
evidência é tamanha como a
alegria que serve de tema à
música dos versos que a acompanha




Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - MEMÓRIA IMPERFEITA












sexta-feira, 10 de junho de 2016

Dia de PORTUGAL







Amar a nossa Pátria é um acto transformador e a verdadeira transformação tem lugar nas nossas raízes. A verdadeira mudança interior não é fácil de atingir, pois de uma certa forma temos tendência a reverter para o padrão tipo. Embora nos consideremos "livres", somos na verdade prisioneiros dos nossos pensamentos conscientes e inconscientes. Qualquer alteração genuína na consciência, irá alterar o nosso ambiente e as nossas experiências, como verdadeira magia.
Camões amou a sua Pátria.
Amemos, pois, a nossa Pátria.
Amemos os nossos Poetas, os nossos Pintores, os nossos Músicos, - e todos aqueles que vivem para construir e expandir o bem, a beleza, o amor.
Amemos Portugal. . .

Manuela Morais



quinta-feira, 9 de junho de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES






MODO DE VIDA

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES



segunda-feira, 6 de junho de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES




DESTINO BREVE


Pelas onze horas de uma larga manhã dos fins de Junho, dois guardas de Murça entraram no baixo do Urbano, que ficava logo à entrada da povoação. Descobriram-se, cumprimentaram o dono e os presentes com poucas palavras, puxaram de grandes lenços tabaqueiros para limpar o suor das rugas da testa e dos regos do pescoço e mandaram pendurar as armas lá dentro.
Urbano aviou dois ou três fregueses e, depois, encaminhou os guardas para o compartimento interior separado da taberna por um taipal sólido que, simultaneamente, servia de mostruário de relhas, ferros de monte, rolos de arame, folhas de seitoira e gadanhas e várias marcas de insecticidas. Lá dentro, havia vários mochos em torno de uma grade de cerveja voltada ao alto. A mulher de Urbano desceu, deu os bons dias, cobriu a grade com uma toalha, centrou-a com um prato de lascas de presunto, distribuiu os copos e foi pelo vinho.
Urbano veio depois acompanhá-los e foi sabendo que a participação que os trazia a Jou tinha chegado a Murça muito cedo. Sete, oito horas - mais ou menos.
- Mas, para dizer a verdade, foi dizendo um dos guardas que se chamava Amílcar - ninguém mostrou grande pressa em adiantar o processo.
(. . .)




FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro de Contos - MODO DE VIDA







quarta-feira, 1 de junho de 2016

segunda-feira, 30 de maio de 2016

PAPA FRANCISCO



(. . .)
" 3. O mistério do universo


76. Na tradição judaico-cristã, dizer "criação" é mais do que dizer natureza, porque tem a ver com um projecto do amor de Deus, onde cada criatura tem um valor e um significado. A natureza entende-se habitualmente como um sistema que se analisa, compreende e gere, mas a criação só se pode conceber como um dom que vem das mãos abertas do Pai de todos, como uma realidade iluminada pelo amor que nos chama a uma comunhão universal."
(. . .)


Papa Francisco


Livro - Louvado Sejas



domingo, 29 de maio de 2016

BARROSO DA FONTE







Barroso do Fonte

Entrega do Prémio Nacional de Poesia

Fernão de Magalhães Gonçalves



sábado, 28 de maio de 2016

sexta-feira, 27 de maio de 2016

ROCHA DE SOUSA






Narrativas da Suprema Ausência

Rocha de Sousa

Capa - Rocha de Sousa



quarta-feira, 25 de maio de 2016

ANTÓNIO FORTUNA






António Fortuna

O Sétimo Sentido

Capa - Espiga Pinto



segunda-feira, 9 de maio de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES












Fernão de Magalhães Gonçalves


Texto integral publicado na Revista FÓRUM Nº5 - 2016



"A vida de Fernão de Magalhães Gonçalves cruza-se, de modo exemplar, com a Obra que produziu. A sua escrita organiza-se para lá da linha do horizonte, habitada por fortes presenças ou memórias de seres viventes. O seu tempo é um tempo para além da história das suas personagens. As suas imagens dependem do valor do imaginário que contêm, não podem ser estáticas, não podem travar a imaginação. A intensidade da criatividade reside na paciência criada em contraponto dinâmico entre a serenidade e a rutura, provocando análises das suas raízes reais e disponíveis, na trajectória da vida através da realidade reconhecível.
Fernão de Magalhães Gonçalves foi poeta, escritor, investigador e ensaísta, nasceu em Jou (Murça) e lecionou em Murça, Vouzela, Porto, Chaves e nas Universidades de Granada (Espanha) e de Seoul (Coreia do Sul).
Autor de uma quinzena de livros publicados, a Poesia foi uma simultânea e relevante presença, sendo sempre constante a lembrança sensível do seu mundo evocativo da memória, os apelos da terra-mãe e as vibrações mais íntimas da sua personalidade. O seu ato poético foi sempre uma porta para a aventura criadora expressa em imagens emotivas, mas racionalizadas, como os ritmos da água, do corpo, do amor, das ervas, da terra e seus aromas."
(. . .)
"Fernão de Magalhães Gonçalves elegeu a escrita suprema como forma de conhecimento e divulgação, tecida na interpretação inovadora da espontaneidade executiva, na precisão estrutural de qualidade, inserindo-se fortemente na linguagem romântica. Toda a sua Obra atinge o esplendor da limpidez luminosa, da liberdade, proclamando o valor da liberdade individual, em plena harmonização com a intensidade de uma realidade que exprime pelo rigor, pela reflexão sistemática e a interrogação é basicamente o objectivo dessa urgência existencial.
Gostava que se percebesse que o seu discurso persistente, de que deixo aqui esparso registo, é assumidamente uma escrita e um pensamento ímpar, tem a beleza própria de quem força os limites do subtil e da profundidade. O cuidado posto em cada palavra, - diria que o Fernão era puro, sabia bem conciliar o espontâneo com a preocupação do rigor meticuloso, sem máscaras." (. . .)


Manuela Morais