quarta-feira, 31 de agosto de 2016
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Um dia saberemos meu amor quando
os elos do tempo já quebrados
como nas linhas das mãos os nossos dias
eram fios cruzados
águas desiguais no mesmo leito
de um rio
a mesma cor as unia
e um barco que nunca partiu
ancorado no meio
as dividia
um dia saberemos meu amor que
nestas palavras escritas
se muda para sempre a
minha boca
das que nunca foram ditas.
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - MEMÓRIA IMPERFEITA
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
terça-feira, 23 de agosto de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
domingo, 14 de agosto de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Aqui onde hoje precisamente este
momento te anuncia
o mesmo encontro pressentido
no teu olhar marejado e
o silêncio colado à luz vazia
seguindo o ruído da
sombra de alguém que está chegando do outro lado.
Memória Imperfeita
Fernão de Magalhães Gonçalves
quarta-feira, 27 de julho de 2016
sábado, 23 de julho de 2016
terça-feira, 19 de julho de 2016
domingo, 17 de julho de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
AMORÍMETRO
E agora encontro na minha a tua mão no
teu pulso passa um rio barcos ancorados
troncos na torrente e
notas de flauta a montante
tomo-te o pulso conto os impulsos da água
entre ramos de salgueiros cabelos verdes
correm os teus olhos pelos meus
palavra a palavra diluídos
estão certos os pés de violeta e os
fios de relva nas margens
tudo esmorece na pele da água
um rio azul no mapa do teu pulso
demoro a tua saliva na minha boca
pára passando o tempo folha verde no vento
ou pássaro fugindo das nossas mãos abrindo-se
agora neste momento.
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - ANDAMENTO
Capa de NADIR AFONSO
domingo, 10 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
domingo, 3 de julho de 2016
terça-feira, 28 de junho de 2016
ANTÓNIO FORTUNA
SILÊNCIO
O silêncio do Doiro
fala sibilino
desfazendo as
palavras
em letras
tornando
fecunda
a sua Alma.
ANTÓNIO FORTUNA
SONATA AO DOURO
Prémio Nacional de Poesia - FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Capa de ESPIGA Pinto
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