quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Cântico ao AMOR
Cântico ao AMOR
MANUELA MORAIS
Desenho da Capa - ESPIGA Pinto
DESENHO
Desenhaste no meu coração
lagoas luminosas,
uvas douradas pelo sol
nas raízes do amor
em
construção.
Queria abraçar-te
na curva de um caminho,
tecer
um amanhecer
melodioso e brilhante de ouro,
aprender
a medir os sonhos,
entender
o segredo de um sorriso,
compreender
as maravilhas imortais deste mundo
e saborear contigo o paraíso.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
PRÉMIO NACIONAL DE POESIA - FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Fotos do Gabinete de Imprensa do Município de Montalegre
PRÉMIO NACIONAL DE POESIA 2015 - FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
entregue a
BARROSO DA FONTE
em
MONTALEGRE
terça-feira, 24 de novembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
CÂNTICO AO AMOR
SEM PALAVRAS
Não tenho mais palavras
gastei-as a chamar-te,
quase enlouquecida
de sentir-te
e não poder tocar-te.
Hoje o que sei dizer
faço-o em versos
para recordar-te.
Estou mais completa
muito de ti em mim,
algo de mim em ti,
para um dia me encontrares.
Escrita,
pintura,
nada interessa.
Quando eu aí chegar,
mostro a intensidade desmedida
deste sentimento precioso.
Digo-te, amor,
para me vires buscar.
Livro CÂNTICO AO AMOR, de Manuela Morais
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
CÂNTICO AO AMOR
COMOÇÃO
Comovida na Invicta,
na Via Láctea
vejo
o sol brilhar em todo o seu esplendor.
Tu em outra Galáxia.
Andrómeda?
Acessas os complexos segredos
dessas viagens fantásticas.
Fala-me de aglomerados Cósmicos,
do Céu profundo,
mais estrelado
que os meus olhos não alcançam.
Conta-me esses mistérios
de circundar a esfera celeste,
deslizar na faixa brilhante,
e os novos aromas
que trazes para o nosso quarto,
quando me vens acordar.
Livro CÂNTICO AO AMOR, de Manuela Morais
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
CÂNTICO AO AMOR
MACIA A NOITE
Macia a noite
surgiu subitamente
anunciando alegrias,
decifrando mistérios,
sinais
de cânticos
no verde
dos pinhais.
Desceu a noite
caminhamos corpos adormecidos
próximos dos campos celestiais.
Durante a noite,
abro-me toda para ti,
promessas de amor eterno.
Incensamos nossos corpos
nus,
escutando ecos de criação.
Amamo-nos,
sem pressa,
com perfeição.
És sedução
e um raminho de alecrim
na palma da minha mão.
Livro CÂNTICO AO AMOR, de Manuela Morais
terça-feira, 17 de novembro de 2015
CÂNTICO AO AMOR
O NOSSO AMOR
O nosso amor
acalma tempestades,
domina o vento,
os mares,
desafia as cristas das montanhas.
O sol continua a brilhar.
A nossa alma
é pura,
cristalina,
lusitana,
impressionante a nossa capacidade de amar.
Livro CÂNTICO AO AMOR, de Manuela Morais
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Livro (IN)JUSTIÇAS de GUIDA NUNES
Fotografias: Biblioteca Municipal de Montalegre
Apresentação do Livro (IN)JUSTIÇAS, de GUIDA NUNES,
na Biblioteca da Câmara Municipal de Montalegre,
no passado dia 19 de Outubro.
Momento brilhante e inesquecível, evento ímpar.
Um agradecimento especial à Autora, ao Senhor
Presidente do Município, à Dra Gorete, ao Dr. Barroso
da Fonte, aos fotógrafos e jornalistas do Município,
a todos os presentes.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
GUIDA NUNES
NEM SÓ NO MÉDIO ORIENTE. . .
- Aquele diabo casou a filha com um barrosão. E agora está lá aquele estranho a fazer-nos perder a alma. Eu é que não quero estragar a vida aos meus filhos porque, se não, eles vinham cá da América e acabavam com aquela raça.
Quem assim bem falava era uma respeitável senhora de cinquenta e cinco anos contra um vizinho de vinte e cinco, desavindos por questões de águas de rega. O seu jovem advogado não aprendera no curso, nem no estágio, que a origem das pessoas também pode alterar os direitos dos prédios.
- Senhor doutor, isto já foi longe demais. Até aqui já tínhamos problemas por causa da água, mas o que aquele bandido fez comigo não tem perdão. E isto não fica assim.
- D. Rita, é preciso ver se há provas de agressão. Como a senhora conta as coisas, não sei . . .
- Provas? Então não vê como eu fiquei?
(IN)JUSTIÇAS
GUIDA NUNES
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
FERNANDO PESSOA
"Eu amo tudo o que foi,
tudo o que já não é.
A dor que já não dói.
O ontem que a dor deixou.
O que deixou alegria,
só porque foi, e voou.
E hoje é já outro dia."
Fernando Pessoa
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
ANTÓNIO TELMO
( . . . )
O desaparecimento de José Marinho e, anos depois, de Álvaro Ribeiro deixou os discípulos mais ou menos desentendidos uns com os outros. Pelo que me diz respeito, a interpretação da filosofia portuguesa longe do que mais me preocupava tornou-me indiferente ao que os outros diziam ou escreviam. Havia, no entanto, na concepção que alguns faziam da filosofia, um aspecto que, mais tarde, tive de tomar na devida conta: o da valorização do pensamento sobre o sentimento. Com efeito, a valorização do sentimento contra o pensamento, própria das concepções neo-orientalistas, parece exigir que se sacrifique à nossa evolução espiritual aquilo que no homem o distingue, por decreto divino, dos animais e dos anjos.
( . . . )
CONTOS SECRETOS
ANTÓNIO TELMO
Capa e Desenhos de ESPIGA PINTO
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