FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
O ACORDAR DAS EMOÇÕES
apresentaram o belo livro de Poesia O ACORDAR DAS EMOÇÕES.
Foi uma cerimónia ímpar e a sala demasiado pequena para receber tantos Amigos.
Uma vez mais, o Autor Transmontano encheu completamente o espaço.
Depois de todos se deliciarem com a leitura de alguns Poemas, também se deliciaram
Depois de todos se deliciarem com a leitura de alguns Poemas, também se deliciaram
com as cerejas . . .
Foto - César Andrade
terça-feira, 31 de maio de 2011
JOÃO DE DEUS RODRIGUES
do livro
O ACORDAR DAS EMOÇÕES
de
JOÃO DE DEUS RODRIGUES
dia 6 de Junho (Segunda - Feira), às 17,30 h.
Apresentação a cargo do
Magnífico Reitor da Universidade UTTI
Rua das Flores, 85-1º (ao Chiado)
Lisboa
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
era a idade do fogo e do degelo
puros acordavam os desejos das
flores de cada fruto não desenganados
tinham acabado de nascer as flores de larangeira
pássaros furtivos vigiavam a
coincidência do teu corpo com o
aroma das tílias
puros acordavam os desejos das
flores de cada fruto não desenganados
tinham acabado de nascer as flores de larangeira
pássaros furtivos vigiavam a
coincidência do teu corpo com o
aroma das tílias
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - JÚBILO DA SEIVA
sábado, 7 de maio de 2011
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
dizíamos pedra e era um
sonho da
mais pura convulsão de sangue coroado dizíamos
pedra e
era um fruto no
mais alto dia do verão arrebatado
dizíamos pássaro e
eram os teus dedos na
minha mão cravados pássaro
dizíamos e
era o instante dos
teus olhos imóveis anunciados
que sombra projectam na realidade as
palavras que as coisas modificam da
evidência à verdade vai
o abismo dos
nomes que as indicam
sonho da
mais pura convulsão de sangue coroado dizíamos
pedra e
era um fruto no
mais alto dia do verão arrebatado
dizíamos pássaro e
eram os teus dedos na
minha mão cravados pássaro
dizíamos e
era o instante dos
teus olhos imóveis anunciados
que sombra projectam na realidade as
palavras que as coisas modificam da
evidência à verdade vai
o abismo dos
nomes que as indicam
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - JÚBILO DA SEIVA
quinta-feira, 5 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
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