terça-feira, 3 de julho de 2018
Depois do AMOR
ESPERANÇA
Tempo sombrio,
cruéis lágrimas,
noites agitadas,
delirantes,
coração partido
em mágoas.
Talvez repouse
sobre as águas do mar,
a ferida a cicatrizar.
Deuses,
tenham piedade,
desçam do Céu,
não haja mais lágrimas
para derramar.
Poema de Manuela Morais
Livro - Depois do AMOR
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Pensamento
"Se sonhar um pouco é perigoso, a solução não é sonhar menos e sim sonhar mais."
Marcel Proust
domingo, 1 de julho de 2018
sexta-feira, 29 de junho de 2018
quarta-feira, 27 de junho de 2018
segunda-feira, 25 de junho de 2018
domingo, 24 de junho de 2018
São João
São João lembra-te de mim, nesta noite inesquecível,
Andamos todos à procura
Onde encontrar uma bela fartura!
Jantar de sardinha assada, caldo verde com linguiça,
Ovos moles e pão de avintes,
Amor não esqueças de vir buscar-me,
Ondas de mar a refrescar a doçura do meu e do teu olhar. . .
M. M.
sábado, 23 de junho de 2018
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Pedro Teixeira da Mota
CONVITE
Conferência
de
Pedro Teixeira da Mota
sábado, 23 de junho de 2018,
pelas 15 horas
no
Palacete Viscondes de Balsemão
Praça Carlos Alberto - Porto
"Centenário do nascimento de Dalila Pereira da Costa"
quinta-feira, 21 de junho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
terça-feira, 19 de junho de 2018
segunda-feira, 18 de junho de 2018
domingo, 17 de junho de 2018
sábado, 16 de junho de 2018
sexta-feira, 15 de junho de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
domingo, 10 de junho de 2018
Dia de PORTUGAL
Dia de PORTUGAL
Portugueses rasgam terra e mares,
Oceanos,
Rota de navegadores,
Tauromáquicos,
Unem poetas e sábios,
Grandes cientistas, filósofos e mágicos,
Amam sem medida possível,
Livres, percorrem o mundo e os astros.
Manuela Morais
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Fernão de Magalhães Gonçalves
ficou um poema no teu rosto a
mão cheia de amoras amêndoas e
morangos no teu colo dobrado cinco
pétalas de malmequer no chão cinco
dedos da mão cinco
sílabas do poema inacabado
veste a memória de luz os
nossos corpos nus e na
água nocturna do teu nome dilui o
desejo a cor do lume
ficou um poema no teu rosto que
eu não lerei mais não
voltará a roseira do
teu corpo a dar
rosas iguais
Poema de Fernão de Magalhães Gonçalves
Livro - Júbilo da Seiva
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