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sábado, 4 de fevereiro de 2017
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
A Luz da Epifania
Concerto de REIS
Ontem, dia de Reis, a Sé Catedral do Porto encheu para
o belíssimo Concerto "A Luz da Epifania".
"O mistério sagrado da Epifania é maravilhosamente narrado no Evangelho de São Mateus. Ao chegarem os magos a Jerusalém, procuram a localização do rei dos judeus que acabara de nascer. Os mestres da lei asseguram que o Messias deveria nascer em Belém. Ao encontrarem Maria e a criança, os magos oferecem-lhe ouro, incenso e mirra, preciosidades nas quais a tradição reconhece a nobreza de Cristo Salvador (ouro), a sua divindade (incenso) e a sua humanidade (mirra)."
O Programa foi divinal: Bach, Vivaldi, Handel e Telemann foram pura magia para esta gloriosa festa da esperança.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Hoje, dia de Reis, aniversário de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
6 de Janeiro - Dia de Reis
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Escritor - Poeta
(1943-1988)
A OUTRA FACE DO ESCRITOR
Entrevista conduzida por Joaquim Matos, director do Jornal "Letras e Letras", publicada no nº 42, 6 de Março de 1991.
P - O que mais a marcou na sua vida, o Homem ou o Escritor?
R - Neste momento, não quero que as palavras me atraiçoem o pensamento. Tentarei ser clara e completa. O meu esforço será de sinceridade e de exactidão. Claro que pagarei o preço da recordação e dar-lhe-ei reflexões desencantadas do tempo que passou demasiado depressa.
Sabe, sou uma mulher terrivelmente apaixonada, é o amor que conduz a minha vida e não consigo desligar o Homem do Escritor.
Os seus ideais tiveram tempo de penetrar em mim com suficiente profundidade e a memória do nosso passado mais remoto conserva a marca do Homem, do companheiro, do amigo, do amante, e do Escritor que compartilhou comigo quase vinte anos de emoções profundas, inquietações, angústias e alegrias.
P - Quando casou, sonhou a vida que levou ou outra?
R - Quando me casei estava tão apaixonada que o meu único sonho era estar sempre com o Fernão. Não sou uma "serigaita das letras" e aquilo que eu vivi era realmente amor. A minha necessidade de afecto tinha a ilusão da pureza e os meus combates interiores davam-me coragem e equilíbrio. Tive uma vida plena, acabada, fixada pelo amor e pela ternura. O Fernão sempre me aprovou, protegeu, compreendeu, por vezes, me combateu, e partilhou comigo, com igual fervor, as alegrias do trabalho e da vida.
A mulher tem de saber orientar-se, oscilar entre a família e os amigos, entre o presente e o passado.
P - A actividade literária de Fernão de Magalhães Gonçalves prejudicou o casamento?
R - Não. Amávamo-nos tanto quanto é possível amar, com uma enorme paixão recíproca.
De resto, se me observo com lucidez, concluo que a minha atitude perante a vida foi mais influenciada pelos livros do que pelas pessoas.
Juntos, ansiávamos a sua afirmação, como Poeta e como Escritor. Para mim, a vida tinha uma nova intensidade. Ceder, transigir, ou lutar, era uma constante nas imagens que nos obcecavam.
P - Qual a atitude de Fernão de Magalhães Gonçalves perante as tarefas caseiras?
R - Às vezes, colaborava. Mas sempre foi terrivelmente desajeitado.
P - Como passavam as férias?
R - Dependia do dinheiro e da disposição que tínhamos. Éramos muito sensíveis à doçura do lar. A casa sempre nos deu um sentimento de confiança e de paz. Os verões, em Chaves, eram aproveitados para terminar algum livro.
Emprestávamos livros um ao outro e líamo-los juntos. Normalmente, para relaxar, Simenon era o nosso companheiro.
Fazíamos viagens e encontrávamos amigos. São tantos os laços que nos prendem aos lugares onde vivemos que nos parece, ao partir, que ficámos também.
P - Preocupavam-se com a defesa do matrimónio? O lugar por excelência era a casa, as relações sociais, ou as ocupações culturais?
R - Não. O nosso matrimónio estava defendido pela maneira como nos comportávamos. Os laços afectivos, que nos união, ganhavam, cada dia, mais força e vivíamos despreocupados. Nunca vivemos de aparências, sempre fomos claros e transparentes.
Não acredito no destino. Estou convencida, isso sim, de que nos devemos bater para preservar aquilo que amamos e não creio que as minhas interpretações sejam românticas e injustas.
A casa sempre foi o centro do nosso mundo, de maneira espontânea e instintiva.
P - Tiveram filhos? A sua educação foi prejudicada pela carreira de escritor do pai?
R - Não. Tínhamos optado por esperar. Em Seoul, pensávamos ter o primeiro filho.
Quando desaparecem aqueles que amámos, escasseiam as razões para conquistar uma felicidade que já não podemos saborear juntos.
P - É fácil ser mulher de um escritor?
R - Penso que devemos desmistificar a atmosfera que envolve um escritor. Um escritor é um ser humano com as suas aspirações, as suas virtudes, os seus vícios e as suas misérias.
Claro que o Fernão, como todos os artistas, era um hipersensível, um idealista e obcecado pela tragédia do real e a magia do maravilhoso. Era emotivo, afectivo, trabalhador, desorganizado a maravilhosamente terno. O seu desassossego escondido trazia para o papel poemas que o libertavam desses terríveis instantes de agonia.
Ser mulher de um escritor é fácil quando compartilha a mesma paixão e é extremamente difícil nos breves momentos de desespero.
P - Sacrificou-se pelo escritor ou pelo marido?
R - Não sinto que me sacrifiquei. Sempre procurei viver as suas preocupações culturais, as suas paixões. A minha sensibilidade, aguçada pelo sofrimento da morte do Fernão, que me afligiu desmedidamente, deixou-me terrivelmente perturbada e atormentada, limitando-me a uma fase da vida que eu não consigo superar inteiramente.
P - Como viveu os bons e os maus momentos da carreira literária de Fernão de Magalhães Gonçalves? Quer recordar os mais significativos?
R - Sempre estive ao seu lado, vivendo as mesmas alegrias ou frustrações. Sou uma sentimental. Sempre me sinto feliz, ou infeliz, ou comovida.
P - Financeiramente e socialmente recompensa ser escritor?
R - Financeiramente é uma ruína. Socialmente nunca lhe dei importância! Nunca senti o erotismo do poder. Creio que o poder como instrumento, em si mesmo, não exerce qualquer fascínio.
P - Fernão de Magalhães Gonçalves foi apenas escritor?
R - O Fernão foi, em primeiro lugar, um homem muito especial a quem se podem dedicar elogios ou insultos, um bom companheiro, um bom filho, um bom irmão, um amigo certo e muito sincero, frontal e honesto. Um professor óptimo, um apaixonado por todas as expressões criativas.
P - Fernão de Magalhães Gonçalves trocava impressões consigo sobre o que escrevia? A Manuela gostava de ler as obras de seu ?
R - Sim. Fui sempre a sua primeira leitora. Não conseguirei nunca ler os seus textos com o desencanto que gostaria de impor a mim mesma, analisá-los com frieza Gostava e gosto muito de reler os livros do Fernão.
P - Fernão de Magalhães Gonçalves tinha um horário rígido para escrever?
R - Não. A sua escrita era impulsionada pela vontade. Obedecia aos impulsos, à inspiração, aos arrebatamentos, não aos horários.
P - Vivia a vida do escritor ou tolerava-a?
R - Vivi a vida com Fernão de Magalhães Gonçalves. Era um homem fora do comum, como suponho que são todos os escritores e artistas. Era de uma simplicidade desarmante. Tinha um grande sentido de humor. Tinha tempo para o supérfluo.
P - Acompanhava o seu marido nas "cerimónias" literárias?
R - Sim, sim. Estive sempre com o meu marido em todas as situações.
P - Fernão de Magalhães Gonçalves teve problemas com a publicação das suas obras? E com as gralhas? E com as críticas?
R - O Fernão publicou, quase tudo, por conta própria. Ficava enervado com as gralhas e indiferente com as críticas.
P - O que pensava Fernão de Magalhães Gonçalves da emancipação da mulher?
R - O Fernão sempre acreditou na igualdade entre os homens e as mulheres. Mesmo nos íntimos detalhes nunca tentou transfigurar os seres humanos, filtrou-os e enriqueceu-os com muita candura.
P - O que aprecia mais na obra do seu Marido? De todos os títulos que ele publicou, qual o que mais a prendeu?
R - Todos os seus textos merecem o meu respeito e a minha admiração. Os livros de ensaio são rigorosos, profundos e elaborados. Os livros de ficção são penetrantes. As suas personagens adquirem vida própria. Ele procurava adverti-las, mas em vão. O destino de cada uma estava definido. E as personagens caminhavam com a dor da memória no fundo dos olhos. A sua cara é plena de sofrimento. No entanto, sinto-me mais próxima da sua Poesia. Gosto mais da Poesia. Júbilo da Seiva e Memória Imperfeita são os títulos que mais me prenderam. Ele sabe, com arte, abordar o sonho. Os seus poemas são corpo, suor, erotismo, sensualidade e memória. Não são uma armadilha, são uma arte que nos arrasta pela força e emotividade, mas que deixam subsistir no nosso espírito uma certa insatisfação que as coisas físicas não são capazes de dissipar sozinhas.
P - Fernão de Magalhães Gonçalves deixou muitos inéditos?
R - Sim. Com regularidade, tenho continuado a publicação dos textos inéditos.
P - Tem procurado transformar a sua ausência numa presença? Como?
R - Tenho procurado manter a pureza da memória que me deixou. . .
P - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizesse e que não foi feita? E qual a resposta?
R - (Sem resposta)
Manuela Morais
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
BOAS FESTAS
Desenho de ESPIGA Pinto
*****
FRANCISCO DE ASSIS
Há tanto tempo que eu não escrevo um verso
meu pai e meu irmão
com palavras tuas me ensinaram
desde o berço
o nome da liberdade e o do pão
o nome da fome do fogo e o do vento
assim começou a minha história
fui a carne da tua memória
e da tua lição
por ti
grandes e pequenos escravos e
senhores
máscaras do rosto comum de
toda a gente
rimavam
com os sinais interiores
que na minha mente
acordavam
a luz do sol a cor da água o lume das flores
por ti
morena ao sol de Abril
sangrou uma flor na pedra do meu punho
em teu nome se fizeram minhas
as tuas chagas impressas
(eram a liberdade e o seu testemunho
que ateavam a centelha
da igualdade vermelha
do sangue vasculhado de promessas)
há tanto tempo que eu não escrevo um verso
meu pai e meu irmão
a liberdade já não está onde estão
as flores
onde estão os pobres
onde está o vento
madrugada de um momento
sonho escrito e apagado
neste tempo quadrado
a fraternidade da tua
lição
morreu dentro dos homens
sua única vontade
sua última prisão.
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Concerto de NATAL - Igreja de Mafamude
Radu Ungureanu - Brilhante MAESTRO,
no Concerto de NATAL,
com os alunos da
Escola Superior de Música.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
DEUS pode Tudo!
Deus pode Tudo!
Quando o sonho se desfaz,
Deus reconstrói.
Quando se acabam as forças,
Deus renova.
Quando é inevitável conter as lágrimas,
Deus dá alegria.
Quando não há mais amor,
Deus o faz nascer.
Quando a maldição é certa,
Deus transforma em bênção.
Quando parecer ser o final,
Deus dá novo começo.
Quando a aflição quer persistir,
Deus nos envolve com a paz.
Quando a doença assola,
Deus é quem cura.
Quando o impossível se levanta,
Deus o torna possível.
Quando faltam as palavras,
Deus sabe o que queremos dizer.
Quando tudo parece se fechar,
Deus abre uma nova porta.
Quando você diz: não vou conseguir,
Deus diz: Não temas, pois estou contigo.
Quando o sonho se desfaz,
Deus reconstrói.
Quando se acabam as forças,
Deus renova.
Quando é inevitável conter as lágrimas,
Deus dá alegria.
Quando não há mais amor,
Deus o faz nascer.
Quando a maldição é certa,
Deus transforma em bênção.
Quando parecer ser o final,
Deus dá novo começo.
Quando a aflição quer persistir,
Deus nos envolve com a paz.
Quando a doença assola,
Deus é quem cura.
Quando o impossível se levanta,
Deus o torna possível.
Quando faltam as palavras,
Deus sabe o que queremos dizer.
Quando tudo parece se fechar,
Deus abre uma nova porta.
Quando você diz: não vou conseguir,
Deus diz: Não temas, pois estou contigo.
Autor desconhecido
domingo, 11 de dezembro de 2016
Pensamento
"À medida que vamos tendo mais espírito,
achamos que há mais homens originais.
As pessoas vulgares não fazem distinções entre os homens."
Pascal
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
O TOPO DO ERMO
PRÉMIO NACIONAL DE POESIA
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
*****
O TOPO DO ERMO
de
PORFÍRIO ALVES PIRES
A publicar
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Cântico ao AMOR
Livro dedicado
à memória de
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
e
JOSÉ MANUEL ESPIGA PINTO
*****
O NOSSO AMOR
O nosso amor
acalma tempestades,
domina o vento,
os mares,
desfia as cristas das montanhas.
O sol continua a brilhar.
A nossa alma
é pura,
cristalina,
lusitana,
impressionante a nossa capacidade de amar.
Cântico ao AMOR
Manuela Morais
sábado, 19 de novembro de 2016
Depois do AMOR
Livro a publicar - Depois do AMOR
Manuela Morais
À memória de
Fernão de Magalhães Gonçalves
e
José Manuel Espiga Pinto
ENTREGA
Tua Mãe
deixou-te ao meu cuidado,
dizendo que partia
tranquila
porque sabia seres amado.
É verdade,
amei apaixonadamente,
senti amor intenso
a teu lado.
Entregamo-nos
totalmente
um ao outro
e ao nosso labor.
A grandeza crescente da tua Obra
é ouro da maior pureza.
Tua Alma luminosa como o Sol,
pura como diamante,
límpida como cristal,
fabulosamente radiante,
brilha,
ilumina,
entre o Céu e a Terra
faz ligação divina.
Depois do AMOR
VAZIO
Ouve,
meu amor,
o vento norte a assobiar
nos beirais,
rasgando silêncios,
harmonias astrais.
Ouve,
meu amor,
o ramo da laranjeira
bateu
no vazio da tarde.
Tremia de dor
e chamei por ti. . .
Acordei,
sem o aroma
do café e das torradas
que fazias para mim.
Livro a publicar - Depois do AMOR
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
José Manuel ESPIGA Pinto
Espiga Pinto e Manuela Morais, sua mulher (de março de 2000 a 1 de outubro de 2014)
Um sorriso para ANTÓNIO TELMO
"A amizade é uma alma que habita em dois corpos,
um coração que habita em duas almas."
Aristóteles
Aristóteles
"Quando a minha voz se calar com a morte
meu coração continuará te falando."
Rabindranath Tagore
Rabindranath Tagore
Estamos no amanhecer de uma nova era na história da humanidade, o grande momento da expansão da espiritualidade. Um enorme despertar da humanidade para a força divina, para os Céus.
Encontrava o António Telmo assiduamente, em Vila Viçosa, quando eu corria apressadamente para os correios, ao fim da tarde.
Sorríamos, eu esperava que terminasse de comer a empada de galinha, e falávamos de livros, da Maria Antónia, da Anahí e, claro, do trabalho de meu Marido, o Espiga Pinto. Dizia-lhe, com humor, que o fechava à chave no atelier para trabalhar, como a mulher do Vermeer, o pintor do belíssimo retrato "Rapariga com Brinco de Pérola".
Um dia contei-lhe que não podia entrar no atelier, porque o Espiga estava lá fechado com sete belas raparigas. António Telmo perguntou, com graça, se eu não sentia ciúmes. Claro que não, respondi pausadamente.
Inteligente como era percebeu imediatamente do que se tratava. Então, mais para o fim da conversa, perguntou quando e onde era a próxima Exposição, pois queria ver as tais raparigas.
Fomos visitá-lo várias vezes a sua casa, em Estremoz. Não medíamos o tempo e era sempre com saudade que o deixávamos.
As nossas conversas, entre mim e o Espiga, não tinham fim.
Saíamos de casa de António Telmo carregados de informação sobre livros importantes, a não perder. Às vezes, no dia seguinte, rumávamos a Badajoz à livraria a procurar essas preciosidades.
António Telmo marcava profundamente quem se cruzasse com ele. A sua calma transmitia uma energia extraordinária. Até a laranjeira próxima da porta de sua casa era muito maior e mais frondosa que as suas vizinhas.
António Telmo sabia escutar atentamente. Os nossos encontros eram um aprendizado contínuo, tinha a capacidade de tornar o complexo muito acessível. Era um Mestre em todas as circunstâncias, mesmo nos silêncios.
Como editora do seu livro "Contos Secretos" tive, sem dúvida, uma venturosa e iluminada experiência. O Espiga arregaçou as mangas para realizar o excelente trabalho dos desenhos para o seu belíssimo livro e vivemos a suprema harmonia dessa manifestação de força que transcende a compreensão humana.
António Telmo foi um exímio estudioso do significado e simbolismo do número 9 que representa o círculo místico perfeito. Pertenceu à mais antiga associação de homens do mundo. A continuidade não é concebível sem a Tradição e é ela que permite preservar a sua identidade. Era um Ser que habitava um lugar elevado, guiando os nossos passos e elevando os nossos espíritos a vibrações intensas, fazendo a ligação entre o Espírito e os lugares Sagrados. O seu Espírito era radiante e luminoso, caminhando na Ordem dos Grandes Mestres do Esoterismo. Toda a sua atitude era de um autêntico filósofo com lugar destacado na Filosofia Portuguesa, na Filosofia e Tradição, grande pensador, escritor, professor. Um Taurino com vontade firme, constância, persistência, determinado e contemplativo.
A sua Obra é notável. Pessoalmente, sinto-me mais próxima de "História Secreta de Portugal", "Viagem a Granada", "Filosofia e Kabbalah" e "Desembarque dos Maniqueus na Ilha de Camões".
António Telmo ingressou no mundo espiritual, o mundo da realidade suprema e comunhão, em perfeita harmonia com o espírito do universo, permeado pelas poderosas vibrações com os princípios divinos da criação, pelas vibrações da luz. É um verdadeiro filho de Deus com um brilho intenso, misterioso e maravilhoso, - está no plano astral. Estamos no alvorecer da civilização espiritual, na era da reconstrução, do dia, da luz resplandecente e divina, da civilização paradisíaca. A luz do sol é a luz verdadeira que brilha no céu, elevando o nosso nível espiritual. A nossa felicidade será indestrutível. Obrigada, António Telmo, por me ter permitido privar consigo e com a sua Família.
(. . .)
Manuela Morais
Texto Integral publicado em: Vida e Obra de António Telmo
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