Capa - ESPIGA PINTO
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
era a idade do fogo e do degelo
puros acordavam os desejos das
flores de cada fruto não desenganados
tinham acabado de nascer as flores de larangeira
pássaros furtivos vigiavam a
coincidência do teu corpo com o
aroma das tílias
puros acordavam os desejos das
flores de cada fruto não desenganados
tinham acabado de nascer as flores de larangeira
pássaros furtivos vigiavam a
coincidência do teu corpo com o
aroma das tílias
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - JÚBILO DA SEIVA
sábado, 7 de maio de 2011
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
dizíamos pedra e era um
sonho da
mais pura convulsão de sangue coroado dizíamos
pedra e
era um fruto no
mais alto dia do verão arrebatado
dizíamos pássaro e
eram os teus dedos na
minha mão cravados pássaro
dizíamos e
era o instante dos
teus olhos imóveis anunciados
que sombra projectam na realidade as
palavras que as coisas modificam da
evidência à verdade vai
o abismo dos
nomes que as indicam
sonho da
mais pura convulsão de sangue coroado dizíamos
pedra e
era um fruto no
mais alto dia do verão arrebatado
dizíamos pássaro e
eram os teus dedos na
minha mão cravados pássaro
dizíamos e
era o instante dos
teus olhos imóveis anunciados
que sombra projectam na realidade as
palavras que as coisas modificam da
evidência à verdade vai
o abismo dos
nomes que as indicam
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - JÚBILO DA SEIVA
quinta-feira, 5 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA
foi apresentado na Academia das Ciências de Lisboa.
Este livro retrata as "vidas" de mulheres alentejanas
que a história reconhece, quer sob o aspecto económico,
quer nos seus reflexos políticos, sociais e culturais.
É, também, uma homenagem às mulheres que fazem
parte do nosso património humano e cultural.
Idalete Giga, Anastásia Mestrinho Salgado, Maria de Belém Roseira,
Carlos Emílio Carapinha e Pedro Teixeira da Mota.
Foto de João de Deus Rodrigues
quarta-feira, 20 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA
Drª Maria de Belém Roseira
Apresenta o livro
MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA
dia 19 de Abril, pelas 18 h, na
Academia das Ciências de Lisboa
Rua da Academia das Ciências, 19
Lisboa
quinta-feira, 14 de abril de 2011
MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA
Autores
ANASTÁSIA MESTRINHO SALGADO
CARLOS EMÍLIO CARAPINHA
IDALETE GIGA
Capa - ESPIGA PINTO
quarta-feira, 13 de abril de 2011
MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA
INTRODUÇÃO
A luta da Mulher pela sua emancipação em todo o mundo remonta a alguns séculos atrás.
Em Portugal, esta temática nunca foi abordada frontalmente e sem preconceitos pelos nossos historiadores.
A partir de alguns estudos de investigação recentes sobre a situação da mulher nos fins do século XIX e primeiras décadas do século XX, verificamos que o hiato que houve até então foi vincadamente superado pela acção interventiva de grupos de mulheres esclarecidas e determinadas que, com coragem, lutaram pela sua emancipação.
Por certo, episódios com mulheres excepcionais, mulheres artistas, mulheres educadoras, mulheres altruístas, mulheres empreendedoras que sonhavam e ajudaram, trabalhando na sombra, a transformar e a melhorar o mundo, existiram e teriam influenciado e mudado a sociedade do Portugal em que viveram, com posicionamentos progessistas e solidários. (. . .)
Título - MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA
Autores
ANASTÁSIA MESTRINHO SALGADO
CARLOS EMÍLIO CARAPINHA
IDALETE GIGA
Capa - ESPIGA PINTO
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
A TARTARUGA SONHADORA
DOURO O Douro é ainda o Paraíso mágico que nos maravilha os olhos, fascina a alma e revigora o coração. É a porta de encantamento para uma realidade geográfica incontornável, determinante e envolvente. O Rio Douro serpenteia através das rochas e, dos dois lados em socalcos, erguem-se altas margens de montanhas adornadas de vinhas. Tem uma paisagem verdadeiramente excepcional.
Os pequenos vales estão invadidos por oliveiras, amendoeiras e árvores de fruto.
O Douro é, sem dúvida, de uma beleza e grandiosidade únicas. Será, com certeza, o recanto mais sublime da nossa Pátria. Aqui produz-se o célebre e delicioso Vinho do Porto, perpetuando um Património ímpar: de sabor, odor e cor excepcionais. É a mais antiga Região Demarcada do Mundo, com vista panorâmica esplêndida, pela sua imponente situação privilegiada de "tecto de Portugal".
(. . .) A TARTARUGA SONHADORA - MANUELA MORAIS / Capa e desenhos - ESPIGA PINTO sexta-feira, 1 de abril de 2011
A TARTARUGA SONHADORA
A Serra do Marão ergue-se dominante, o Céu repousa nas cristas das montanhas e, assim, os Deuses comunicam com os Seres da Terra.
Devemos subir às montanhas e respeitá-las, buscar o Conhecimento Universal e iniciar, nas colinas, a comunicação privilegiada com o Divino.
As enormes rochas arredondadas atestam a antiguidade e a sua imponência impressiona. O panorama é grandioso: é fascinante apreciar a paisagem sem dimensão, monumental! Maravilha permanentemente! Contemplamos, sem cessar, a magestade deste cenário. Aqui, penhascos graníticos, urzes, pinheiros, rosmaninho, giestas, esteva e animais aprendem os segredos de ler a posição das Estrelas e da Lua.
(. . .)
A TARTARUGA SONHADORA - MANUELA MORAIS
Capa e desenhos - ESPIGA PINTO
quarta-feira, 23 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
vê só os
nardos secaram e
pouco choveu no
tenebroso mar se separaram os
nossos barcos e
havia luar anoitecia quando
partimos e
havia sol
levou o vento norte para as dunas os
aromas dos nardos dos lírios e
dos ciprestes sílaba por
sílaba o
teu nome
acenderam-se as luzes da cidade um
comboio parte para
sempre de um cais de pedra e água verde e
eu regresso
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES - Livro JÚBILO DA SEIVA
nardos secaram e
pouco choveu no
tenebroso mar se separaram os
nossos barcos e
havia luar anoitecia quando
partimos e
havia sol
levou o vento norte para as dunas os
aromas dos nardos dos lírios e
dos ciprestes sílaba por
sílaba o
teu nome
acenderam-se as luzes da cidade um
comboio parte para
sempre de um cais de pedra e água verde e
eu regresso
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES - Livro JÚBILO DA SEIVA
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