quinta-feira, 21 de abril de 2011

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

O livro MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA
foi apresentado na Academia das Ciências de Lisboa.
Este livro retrata as "vidas" de mulheres alentejanas
que a história reconhece, quer sob o aspecto económico,
quer nos seus reflexos políticos, sociais e culturais.
É, também, uma homenagem às mulheres que fazem
parte do nosso património humano e cultural.
Idalete Giga, Anastásia Mestrinho Salgado, Maria de Belém Roseira,
Carlos Emílio Carapinha e Pedro Teixeira da Mota.

Foto de João de Deus Rodrigues

quarta-feira, 20 de abril de 2011

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA


Foto de João de Deus Rodrigues

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA


ANASTÁSIA MESTRINHO SALGADO
mostra, uma vez mais, o seu riquíssimo património cultural.

Foto de João de Deus Rodrigues

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

ANASTÁSIA MESTRINHO SALGADO autografa o livro

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA.

Foto de João de Deus Rodrigues

sábado, 16 de abril de 2011

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

CONVITE


Drª Maria de Belém Roseira

Apresenta o livro

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

dia 19 de Abril, pelas 18 h, na

Academia das Ciências de Lisboa

Rua da Academia das Ciências, 19

Lisboa

quinta-feira, 14 de abril de 2011

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

Autores

ANASTÁSIA MESTRINHO SALGADO

CARLOS EMÍLIO CARAPINHA

IDALETE GIGA

Capa - ESPIGA PINTO

quarta-feira, 13 de abril de 2011

MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

INTRODUÇÃO

A luta da Mulher pela sua emancipação em todo o mundo remonta a alguns séculos atrás.

Em Portugal, esta temática nunca foi abordada frontalmente e sem preconceitos pelos nossos historiadores.

A partir de alguns estudos de investigação recentes sobre a situação da mulher nos fins do século XIX e primeiras décadas do século XX, verificamos que o hiato que houve até então foi vincadamente superado pela acção interventiva de grupos de mulheres esclarecidas e determinadas que, com coragem, lutaram pela sua emancipação.

Por certo, episódios com mulheres excepcionais, mulheres artistas, mulheres educadoras, mulheres altruístas, mulheres empreendedoras que sonhavam e ajudaram, trabalhando na sombra, a transformar e a melhorar o mundo, existiram e teriam influenciado e mudado a sociedade do Portugal em que viveram, com posicionamentos progessistas e solidários. (. . .)


Título - MULHERES DO ALENTEJO NA REPÚBLICA

Autores

ANASTÁSIA MESTRINHO SALGADO

CARLOS EMÍLIO CARAPINHA

IDALETE GIGA

Capa - ESPIGA PINTO

domingo, 3 de abril de 2011

MANUELA MORAIS

A TARTARUGA SONHADORA - MANUELA MORAIS

Capa e desenhos - ESPIGA PINTO

sábado, 2 de abril de 2011

A TARTARUGA SONHADORA

DOURO
O Douro é ainda o Paraíso mágico que nos maravilha os olhos, fascina a alma e revigora o coração. É a porta de encantamento para uma realidade geográfica incontornável, determinante e envolvente. O Rio Douro serpenteia através das rochas e, dos dois lados em socalcos, erguem-se altas margens de montanhas adornadas de vinhas. Tem uma paisagem verdadeiramente excepcional.

Os pequenos vales estão invadidos por oliveiras, amendoeiras e árvores de fruto.

O Douro é, sem dúvida, de uma beleza e grandiosidade únicas. Será, com certeza, o recanto mais sublime da nossa Pátria. Aqui produz-se o célebre e delicioso Vinho do Porto, perpetuando um Património ímpar: de sabor, odor e cor excepcionais. É a mais antiga Região Demarcada do Mundo, com vista panorâmica esplêndida, pela sua imponente situação privilegiada de "tecto de Portugal".
(. . .) A TARTARUGA SONHADORA - MANUELA MORAIS / Capa e desenhos - ESPIGA PINTO

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A TARTARUGA SONHADORA

AS MONTANHAS SÃO SAGRADAS


A Serra do Marão ergue-se dominante, o Céu repousa nas cristas das montanhas e, assim, os Deuses comunicam com os Seres da Terra.

Devemos subir às montanhas e respeitá-las, buscar o Conhecimento Universal e iniciar, nas colinas, a comunicação privilegiada com o Divino.

As enormes rochas arredondadas atestam a antiguidade e a sua imponência impressiona. O panorama é grandioso: é fascinante apreciar a paisagem sem dimensão, monumental! Maravilha permanentemente! Contemplamos, sem cessar, a magestade deste cenário. Aqui, penhascos graníticos, urzes, pinheiros, rosmaninho, giestas, esteva e animais aprendem os segredos de ler a posição das Estrelas e da Lua.

(. . .)

A TARTARUGA SONHADORA - MANUELA MORAIS

Capa e desenhos - ESPIGA PINTO

quarta-feira, 23 de março de 2011

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES - SER E LER MIGUEL TORGA

domingo, 13 de março de 2011

TARTARUGA - EDITORA


Logotipo - ESPIGA PINTO

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES

vê só os
nardos secaram e
pouco choveu no
tenebroso mar se separaram os
nossos barcos e
havia luar anoitecia quando
partimos e
havia sol

levou o vento norte para as dunas os
aromas dos nardos dos lírios e
dos ciprestes sílaba por
sílaba o
teu nome

acenderam-se as luzes da cidade um
comboio parte para
sempre de um cais de pedra e água verde e
eu regresso

Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES - Livro JÚBILO DA SEIVA

segunda-feira, 7 de março de 2011

DIANA ADAMEK

O fim é o início do romance O Ano da Morte de Ricardo Reis: a personagem aporta ao sítio onde o mar acaba e a terra principia. Mas o movimento convoca uma segunda cena, porque há mais um gesto neste passo, desencadeado pela construção da imagem no molde inverso, sobre o negativo, do célebre verso de Camões: "Onde a terra se acaba e o mar começa".
Duas pontes misturam as suas sombras na mesma impossível arfadura, de fervor e naufrágio, que toda a paisagem respira. A personagem de José Saramago erra o caminho desde o primeiro passo, favorecendo os cenários secundários e os mecanismos de transtorno, a ambiguidade e as revoltas duma mente prestes a cada momento a fazer batota. Esse não sou eu e não a memória, mas o esquecimento perfaz a textura da pessoa e igualmente da sombra. O espectáculo governado pelo heterónimo de Fernando Pessoa é, evidentemente, um dos múltiplos, das imagens dissipadas ou prolongadas em halos, dos caminhos que se cumprem por fracturas, derrapagens, atrasos. Não é por acaso que o herói leva consigo um volume de The God of the Labirinth, livro emprestado, no vapor, mas que Ricardo Reis se esquece de devolver, prolongando, assim, o ondular enganador do mar. (. . .)
Autora - DIANA ADAMEK
Título - MELANCOLIAS PORTUGUESAS
Tradução - TANTY UNGUREANU
Capa - ESPIGA PINTO

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

DIANA ADAMEK

MELANCOLIAS PORTUGUESAS - DIANA ADAMEK
Tradução - TANTY UNGUREANU
Capa - ESPIGA PINTO

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

DIANA ADAMEK

VASCO DA GAMA NAVEGA - DIANA ADAMEK
Tradução - TANTY UNGUREANU
Capa - ESPIGA PINTO

domingo, 20 de fevereiro de 2011

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES

VIZNAR

Poema dedicado a FREDERICO GARCIA LORCA


E quando eu chegar ao fim das

minhas angústias e desejos e o
tempo se fechar e o sol se enfim puser

cobri-me com terra e ervas areia algumas
flores no meio de um caminho

que restem da memória que ficou
as pegadas casuais
breves e desiguais de
ali ter passado alguém que ainda não voltou.

Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - MEMÓRIA IMPERFEITA

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES

PATIO DE LOS LEONES (GRANADA)

Passariam um dia as nossas vidas sob
estes arcos de filigrana abstracta e minuciosa
momento a momento anunciada cada
breve emoção estava prevista

um cavalo passa na memória do
quotidiano que aqui decorreu seguiremos
até ao pátio do encantador de serpentes a
sua flauta a infância nos acorda na inconsciência

era uma vez uma fada que daqui partiu de
cabelos dourados e
aqui viemos ver se eram realidade os
seus leões alados e
se o amor que os contou e a
fé que os escutou eram verdade.

Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro MEMÓRIA IMPERFEITA

domingo, 13 de fevereiro de 2011

ANTÓNIO JORGE RIBEIRO

( . . .)
As preocupações de Camilo, durante a perseguição e julgamento que o levam à prisão, estão entre salvar a pele do degredo em África e assegurar a defesa da amante Ana Plácido. O crime de adultério era punido de modo diferente ao homem e à mulher e mesmo a prova era diferente.
Para ajudar à condenação de Ana Plácido, apareceram várias testemunhas do concubinato.
Para Camilo "somente são admissíveis contra o co-Réu adúltero as provas do flagrante delito, ou as provas resultantes de cartas ou outros documentos escritos por ele".
O marido enganado, capitalista Pinheiro Alves, atribui ao ano de 1859 o início das relações adulterinas com vidas conjuntas, tanto no Porto e S. João da Foz, como em Lisboa. Ana fora "teúda e manteúda, na mesma casa, com o maior escândalo, descaramento e publicidade", acusa o atraiçoado brasileiro.

Título - CAMILO CASTELO BRANCO EM SANTO TIRSO
Autor - ANTÓNIO JORGE RIBEIRO
Prefácio - MARIA BELÉM RIBEIRO
Capa - ESPIGA PINTO

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CAMILO CASTELO BRANCO EM SANTO TIRSO

Apresentação do Livro CAMILO CASTELO BRANCO EM SANTO TIRSO, de ANTÓNIO JORGE RIBEIRO, aconteceu no passado dia 27 de Janeiro, na JUNTA DE FREGUESIA de SANTO TIRSO.
Foi um verdadeiro acontecimento cultural . . .

CAMILO CASTELO BRANCO EM SANTO TIRSO


António Jorge Ribeiro (autor do livro) e Espiga Pinto (autor da capa).
CAMILO CASTELO BRANCO EM SANTO TIRSO