Capa - ESPIGA PINTO
terça-feira, 15 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
ficou um poema no teu rosto a
mão cheia de amoras amêndoas e
morangos no teu colo dobrado cinco
pétalas de malmequer no chão cinco
dedos da mão cinco
sílabas do poema inacabado
veste a memória de luz os
nossos corpos nus e na
água nocturna do teu nome dilui o
desejo a cor do lume
ficou um poema no teu rosto que
eu não lerei mais não
voltará a roseira do
teu corpo a dar
rosas iguais
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - JÚBILO DA SEIVA
mão cheia de amoras amêndoas e
morangos no teu colo dobrado cinco
pétalas de malmequer no chão cinco
dedos da mão cinco
sílabas do poema inacabado
veste a memória de luz os
nossos corpos nus e na
água nocturna do teu nome dilui o
desejo a cor do lume
ficou um poema no teu rosto que
eu não lerei mais não
voltará a roseira do
teu corpo a dar
rosas iguais
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Livro - JÚBILO DA SEIVA
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Prémio de Poesia FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
PRÉMIO NACIONAL DE POESIA
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
2010
ANTÓNIO FORTUNA
(No Prelo)
Prémio de Poesia FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
MIL VOZES EM CONSERTO - JOAQUIM DE BARROS FERREIRA
2009
Capa - ESPIGA PINTO
terça-feira, 8 de junho de 2010
Prémio de Poesia FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
A FOZ DAS PALAVRAS - CLÁUDIO LIMA
2008
Capa - ESPIGA PINTO
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Prémio de Poesia FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
A TENTAÇÃO DE SANTO ANTÃO - ANTÓNIO CABRAL
2007
Capa - ESPIGA PINTO
domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
ANTÓNIO FORTUNA
CONFORME FIZERES, ASSIM ACHARÁS
FRESCOS DA MEMÓRIA - ANTÓNIO FORTUNA
O fim do mês de Maio e o dia do Corpo de Deus aproximavam-se. O mesmo era dizer que os preparativos para a festa tinham que ser apressados.
As ruas começavam a ser enfeitadas, a igreja varrida e lavada, os andores eram limpos e restaurados.
O forno da aldeia não arrefecia as cinzas, pois os "pelótos" e o bolo podre tinham que adoçar o estômago e a alma, tanto às pessoas da terra como aos visitantes.
Tive visitas. Os meus pais, assim que uma doença o permitiu, percorreram os quase cento e oitenta quilómetros, bem medidos e sofridos, para me ver e, se calhar, cumprir alguma promessa ao Divino Espírito Santo. (. . . )
FRESCOS DA MEMÓRIA - ANTÓNIO FORTUNA
segunda-feira, 24 de maio de 2010
ANTÓNIO FORTUNA
BRUÇÓ, concelho de Mogadouro, local onde se desenrola a acção do livro.
Salienta-se o carinho com que a obra foi recebida pelos presentes.
Num acto inédito e por se tratar de um dia de festa, o Sr. Presidente da
Junta de Freguesia, Miguel Rito, brindou todos os habitantes de Bruçó,
mesmo em suas casas, com esta Apresentação, aproveitando a
instalação sonora.
Foto - PAULO FORTUNA
Foto - PAULO FORTUNA
domingo, 23 de maio de 2010
ANTÓNIO FORTUNA
BRUÇÓ festejou com muita emoção.
Abel Fortuna (autor das aguarelas), António Fortuna, Presidente da Junta de Freguesia e Paula Fortuna (apresentadora do livro).
Foto - Paulo Fortuna
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
PRÉMIO NACIONAL DE POESIA
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
PRÉMIO anual
para os autores da
TARTARUGA
quinta-feira, 20 de maio de 2010
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
PATIO DE LOS LEONES
Passariam um dia as nossas vidas sob
estes arcos de filigrana abstracta e minuciosa
momento a momento anunciava cada
breve emoção estava prevista
um cavalo passa na memória do
quotidiano que aqui decorreu seguiremos
até ao pátio do encantador de serpentes a
sua flauta a infância nos acorda na inconsciência
era uma vez uma fada que daqui partiu de
cabelos dourados e
aqui viemos ver se eram realidade os
seus leões alados e
se o amor que os contou e a
fé que os escutou eram verdade.
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES - Livro MEMÓRIA IMPERFEITA
Passariam um dia as nossas vidas sob
estes arcos de filigrana abstracta e minuciosa
momento a momento anunciava cada
breve emoção estava prevista
um cavalo passa na memória do
quotidiano que aqui decorreu seguiremos
até ao pátio do encantador de serpentes a
sua flauta a infância nos acorda na inconsciência
era uma vez uma fada que daqui partiu de
cabelos dourados e
aqui viemos ver se eram realidade os
seus leões alados e
se o amor que os contou e a
fé que os escutou eram verdade.
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES - Livro MEMÓRIA IMPERFEITA
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